Percorrendo caminhos pessoais e intuitivos, as criações de Carina Bokel são intimamente relacionadas a buscas existenciais, a afetividade e ao mesmo tempo inseridas a questões da física e suas inúmeras possibilidades.

Utilizando-se de materiais básicos, diversos e corriqueiros, nos conduzindo a reflexões profundas e intuitivas, suas construções escultóricas são impregnadas de voluptuosas geometrias, em arranjos sensíveis e curvas orgânicas.

Obras espetaculares de dimensões arrojadas, traduzem a singularidade da artista que recorre a pequenos elementos artesanais que se multiplicam, ganhando profundidade num emaranhado de força e vida.

MOSTRAS E EXPOSIÇÕES

2017 – ART UpCLOSE / Artexpo – New York

2016 – Artigo Rio Feira de Arte Contemporânea – RJ

2016 – Ocupação Cultural Moraes e Vale - RJ

2015 – ArtRio – Fabrica Aberta – RJ

2015 - Escritório de Arte Ana Beatriz Britto

2014 - Espaço Movimento Contemp. Brasileiro e
Tal TechArtLab - RJ

2013 – Muv Gallery – RJ

2013 – ArtRio - Fabrica Aberta – RJ

2012 – Muv Gallery – RJ

2012 – ArtRio – Fabrica Aberta – RJ

2011 – ArtRio – Fabrica Aberta - RJ

2006/2009 - Galeria Anna Maria Niemeyer – RJ

 

Individuais
 

2018 – Centro Cultural dos Correios - RJ

2011 – Centro Cultural dos Correios - RJ

2006 – Centro Cultural dos Correios - RJ

2002 – Galeria do Centro Cultural Cândido Mendes – RJ

2001 – Centro Cultural dos Correios – RJ

 

Colaborações Artísticas  

 

2015 – Hotel da Lapa – Projeto Helio Pellegrino; Colaboração com Objetos - RJ

2014 – Café da Fábrica – Projeto em parceria com Helio Pellegrino - RJ

2014 – Comercial da empresa de cosméticos Natura – Escultura comissionada - RJ

2013 – Filme Flores Raras de Bruno Barreto – Colaboração de Cenografia - RJ

1995/2001 - Casa Cor - Colaboração junto aos arquitetos: Helio Pellegrino, Jairo de Sender, Luiz Fernando Grabowsky, Solange Medina, dentre outros.

"Com a metamorfose da casa de abelha, Carina sugere a cartografia de um mundo mágico. Elementos como a celulose, o cobre, o ferro e a terra, unidos e fustigados pela oxidação e pigmentação, se unem numa rede de 'cidades, vilas e núcleos'.

Segundo Henry Dreyfyss a forma hexagonal é a representação da natureza, da esperança, do auspicioso, do frescor.

 

É o 'reconhecimento da alma'.

Nesses trabalhos está a tradução do momento atual da artista:

a reconstrução e exposição de seus próprios limites.

Os pequenos elementos que se multiplicam ganharam força e vida

em grandes painéis territórios pelas mãos de Carina".

Luis Alberto Garcia de Zuniga

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